🔍
Urgente Carreta pega fogo na Freeway, junto à Arena do Grêmio, e bloqueia faixa da direita
Terça-feira, 20 de outubro de 2026 · Edição para POADólar R$ 5,02 ▼ 0,20%Euro R$ 5,63 ▲ 0,09%Ibov 205,1 mil ▼ 0,87%17°C ☀
AgroColheita do trigo gaúcho chega a 15%; balcão de Panambi cai R$ 2, para R$ 73 a saca
EconomiaBrasilAfeta o RS

Fazenda apresenta 2ª etapa da taxonomia sustentável com foco em biodiversidade

Proposta em consulta pública desde sexta (16) traz cadernos para oito setores e critérios de desigualdade regional; a primeira edição classificou 300 atividades.

Por que afeta o RS: A classificação pode influenciar padrões de investimento e financiamento para atividades econômicas no estado, segundo a própria mensagem, sem valor, prazo ou número específico para o RS.

Redação Bairrista · Repórter de Economia · · 2 min de leitura

Foto de divulgação da Agência Câmara, usada como ilustração do tema da Taxonomia Sustentável Brasileira.
Foto: Divulgação/Agência Câmara

O Ministério da Fazenda apresenta nesta terça-feira (20), em Brasília, a segunda etapa da Taxonomia Sustentável Brasileira (TSB). O sistema classifica atividades, ativos e projetos por critérios ambientais, climáticos e sociais. A proposta está em consulta pública desde sexta (16) e inclui biodiversidade, uso sustentável do solo, economia circular e redução das desigualdades regionais e territoriais.

Para o RS, a taxonomia serve de referência a quem investe e a quem financia. O decreto que a instituiu a trata como ferramenta para orientar incentivos e políticas econômicas de desenvolvimento sustentável. Os cadernos setoriais da primeira edição cobrem, entre outros, agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, indústria de transformação e eletricidade e gás.

O que traz a segunda etapa

A nova proposta reúne cadernos para oito setores econômicos, um caderno temático sobre desigualdades regionais e territoriais e um caderno metodológico. Entre as novidades estão a inclusão da bioindústria no tema biodiversidade e da resina plástica de base biológica.

No eixo regional, a proposta prevê avaliar, entre outros pontos, se os projetos são feitos em territórios prioritários e se têm participação e governança locais.

A segunda edição já estava prevista no decreto. O texto fixou quatro eixos: biodiversidade e ecossistemas; uso do solo e florestas; economia circular; e desigualdades regionais e territoriais.

Da primeira edição ao decreto

A primeira edição, de 2025, reuniu 14 cadernos, 880 páginas e 300 atividades econômicas classificadas. Nas propostas preliminares daquela rodada, os critérios técnicos cobriam três objetivos climáticos e ambientais, além de um índice de equidade de gênero e raça.

O Decreto 12.705, de 31 de outubro de 2025, estabeleceu a TSB como instrumento do Plano de Transformação Ecológica e disponibilizou os cadernos técnicos, com critérios e atividades elegíveis. nenhuma

O decreto atribui a aprovação, a revisão e a atualização do sistema ao Comitê Interinstitucional da TSB, com revisões previstas a cada cinco anos e intervalo mínimo de um ano entre elas. A Fazenda ainda não informou se haverá prazo de adoção da nova etapa para bancos e empresas.

Serviço

A apresentação da segunda etapa da Taxonomia Sustentável Brasileira será na terça-feira (20), em Brasília. A consulta pública está aberta desde sexta (16), e os documentos da proposta ficam à disposição de empresas, entidades e instituições financeiras interessadas.

Perguntas frequentes

Quando será apresentada a 2ª etapa da Taxonomia Sustentável Brasileira?

Será nesta terça-feira (20), em Brasília.

Desde quando a proposta está em consulta pública?

Desde sexta-feira (16).

O que a Taxonomia Sustentável Brasileira classifica?

Atividades, ativos e projetos por critérios ambientais, climáticos e sociais.

Quantas atividades a primeira edição classificou?

300 atividades econômicas, em 14 cadernos.

📱 As principais do dia, do teu jeito

Escolhe os assuntos e a região. Chega no WhatsApp, no e-mail ou nos dois. Sai quando quiser.

Sem spam e de graça, como tem que ser 🧉 · privacidade

Saber mais

Produzida e checada pela redação do Bairrista. Viu um erro? Fala com a redação.

Leia também