Fazenda apresenta 2ª etapa da taxonomia sustentável com foco em biodiversidade
Proposta em consulta pública desde sexta (16) traz cadernos para oito setores e critérios de desigualdade regional; a primeira edição classificou 300 atividades.
Por que afeta o RS: A classificação pode influenciar padrões de investimento e financiamento para atividades econômicas no estado, segundo a própria mensagem, sem valor, prazo ou número específico para o RS.
Redação Bairrista · Repórter de Economia · · 2 min de leitura

O Ministério da Fazenda apresenta nesta terça-feira (20), em Brasília, a segunda etapa da Taxonomia Sustentável Brasileira (TSB). O sistema classifica atividades, ativos e projetos por critérios ambientais, climáticos e sociais. A proposta está em consulta pública desde sexta (16) e inclui biodiversidade, uso sustentável do solo, economia circular e redução das desigualdades regionais e territoriais.
Para o RS, a taxonomia serve de referência a quem investe e a quem financia. O decreto que a instituiu a trata como ferramenta para orientar incentivos e políticas econômicas de desenvolvimento sustentável. Os cadernos setoriais da primeira edição cobrem, entre outros, agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, indústria de transformação e eletricidade e gás.
O que traz a segunda etapa
A nova proposta reúne cadernos para oito setores econômicos, um caderno temático sobre desigualdades regionais e territoriais e um caderno metodológico. Entre as novidades estão a inclusão da bioindústria no tema biodiversidade e da resina plástica de base biológica.
No eixo regional, a proposta prevê avaliar, entre outros pontos, se os projetos são feitos em territórios prioritários e se têm participação e governança locais.
A segunda edição já estava prevista no decreto. O texto fixou quatro eixos: biodiversidade e ecossistemas; uso do solo e florestas; economia circular; e desigualdades regionais e territoriais.
Da primeira edição ao decreto
A primeira edição, de 2025, reuniu 14 cadernos, 880 páginas e 300 atividades econômicas classificadas. Nas propostas preliminares daquela rodada, os critérios técnicos cobriam três objetivos climáticos e ambientais, além de um índice de equidade de gênero e raça.
O Decreto 12.705, de 31 de outubro de 2025, estabeleceu a TSB como instrumento do Plano de Transformação Ecológica e disponibilizou os cadernos técnicos, com critérios e atividades elegíveis. nenhuma
O decreto atribui a aprovação, a revisão e a atualização do sistema ao Comitê Interinstitucional da TSB, com revisões previstas a cada cinco anos e intervalo mínimo de um ano entre elas. A Fazenda ainda não informou se haverá prazo de adoção da nova etapa para bancos e empresas.
Serviço
A apresentação da segunda etapa da Taxonomia Sustentável Brasileira será na terça-feira (20), em Brasília. A consulta pública está aberta desde sexta (16), e os documentos da proposta ficam à disposição de empresas, entidades e instituições financeiras interessadas.
Perguntas frequentes
Quando será apresentada a 2ª etapa da Taxonomia Sustentável Brasileira?
Será nesta terça-feira (20), em Brasília.
Desde quando a proposta está em consulta pública?
Desde sexta-feira (16).
O que a Taxonomia Sustentável Brasileira classifica?
Atividades, ativos e projetos por critérios ambientais, climáticos e sociais.
Quantas atividades a primeira edição classificou?
300 atividades econômicas, em 14 cadernos.
Saber mais
- Ministério da Fazenda – Governo publica decreto que institui a Taxonomia Sustentável Brasileira
- Participa + Brasil – Taxonomia Sustentável Brasileira
- Embrapa – Publicação sobre a Taxonomia Sustentável Brasileira
- CEBDS – Destaques para o Setor Privado sobre a TSB
- Valor Econômico (dados da segunda etapa, base do dossiê, não confirmados em fonte oficial)
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