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Pequim convida porta-voz de Trump a visitar a China após fala sobre 'banheiros adequados'

Katie Zacharia, que assumiu a Casa Branca há menos de uma semana, também confirmou que não passou no exame da Ordem da Califórnia.

Redação Bairrista · 16 de outubro de 2026 às 07:05 · 1 min de leitura

Foto oficial da Casa Branca ligada à secretária de imprensa Katie Zacharia (domínio público, Wikimedia Commons)
Foto: The White House / Wikimedia Commons (Public domain)

A secretária de imprensa da Casa Branca, Katie Zacharia, disse que a China não tinha "banheiros adequados". Pequim respondeu nesta sexta (16) com um convite.

"Nós a convidamos a visitar a China com mais frequência, quando tiver oportunidade", afirmou a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Mao Ning, contendo um sorriso.

A fala veio de uma entrevista transmitida na quinta (15). Zacharia, de 41 anos, conversou com o influenciador de direita Jack Posobiec. Ela contou que, em 2016, a ideia dominante era de que a China ia ultrapassar os Estados Unidos.

Disse que, recém-chegada de lá, pensou como a China poderia ser o próximo país no horizonte, se "nem têm banheiros adequados".

O episódio chega num momento em que as relações entre Washington e Pequim já andam tensas. O presidente Donald Trump costuma falar de sua "ótima relação" com o presidente chinês, Xi Jinping. Os dois se encontraram duas vezes este ano, mas os laços seguem estremecidos.

Zacharia admite que não passou no exame da Ordem da Califórnia

No mesmo dia, Zacharia entrou noutra polêmica. Ela disse que não passou no exame da Ordem dos Advogados da Califórnia, sua primeira confirmação direta desde que suas credenciais passaram a ser questionadas.

Explicou que planejava se mudar para a China para ficar com o marido e que o resultado pouco importava, porque não precisaria da licença lá.

A Ordem da Califórnia informou à CNN que não tem registro de Zacharia, nem pelo nome de solteira, como licenciada para advogar no estado. A NBC News também não achou indício de licença dela em nenhum estado.

Um integrante sênior do governo argumentou que ela pode ser chamada de "lawyer", mas não de "attorney". Trump a chamou de "attorney" ao anunciá-la no

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