🔍
Terça-feira, 20 de outubro de 2026 · Edição para POADólar R$ 5,04 ▲ 0,29%Euro R$ 5,66 ▲ 0,53%Ibov 205,1 mil ▼ 1,91%11°C ☀
AgroMéxico suspende compra de frango e ovos férteis do Brasil após foco de Newcastle em SC
EconomiaBrasil

Nova loja Divertudo, da Ri Happy, não vendeu bem; grupo pede recuperação extrajudicial

Formato que mistura brinquedos e entretenimento foi inaugurado no Shopping Morumbi, em São Paulo, e também integra o pedido de renegociação de R$ 827,4 milhões.

Redação Bairrista · Repórter de Economia · · 2 min de leitura

Ilustração do Bairrista sobre: Symbolic, non-literal editorial illustration (no reenactment of the event, no people): A bright toy store interior in a quiet indoor mall co
Ilustração: Bairrista

A Divertudo, nova bandeira que a Ri Happy abriu em meados de junho no Shopping Morumbi, em São Paulo, frustrou as expectativas de vendas, segundo apurou o Estadão. A informação veio a público nesta segunda (19), um dia depois de o grupo protocolar o pedido de recuperação extrajudicial no Tribunal de Justiça de São Paulo.

Quadro: Nova loja Divertudo, da Ri Happy, não vendeu bem; grupo pede recuperação extrajudicial
Em números · Bairrista

Para quem compra brinquedo no Rio Grande do Sul, o grupo afirma que as lojas físicas e os canais digitais da Ri Happy e da PBKids seguem funcionando normalmente, com as equipes voltadas à Black Friday e ao Natal. A empresa não detalhou a situação das unidades gaúchas.

Divertudo mistura brinquedo e entretenimento

O formato combina venda de brinquedos, entretenimento e experiência no mesmo espaço. Os números de vendas da unidade do Morumbi não foram divulgados, nem o investimento feito na bandeira.

A Divertudo também é uma das seis empresas incluídas no pedido. Ao lado dela estão Ri Happy, PB Kids, Part Out Franquias, New Toys e Brincar Marcas e Participações. Segundo o Seu Dinheiro, a marca faz parte de uma nova estratégia da companhia, anunciada em agosto.

Dívida de R$ 827,4 milhões e nova gestão

O processo tem valor de causa de R$ 827,4 milhões. A recuperação extrajudicial permite negociar diretamente com os credores e pedir à Justiça a homologação do acordo. Credores que representam R$ 308,8 milhões já aderiram à proposta.

O pedido veio menos de dois meses depois da mudança de controle para a BluSun Capital e da volta de Héctor Nuñez como CEO. A Ri Happy diz que a medida faz parte de ações da nova liderança voltadas à gestão de liquidez, à readequação da estrutura de capital e à disciplina de custos. A rede tinha 293 293 lojas, somando Ri Happy e PBKids, quando foi comprada pela BluSun, em agosto.

O grupo pede 90 dias para obter as adesões que faltam e a suspensão, por 180 dias, das cobranças judiciais das dívidas incluídas no plano. A suspensão ainda depende de ratificação da Justiça.

Perguntas frequentes

Ri Happy vai fechar lojas no Rio Grande do Sul?

A empresa afirma que as lojas físicas e os canais digitais da Ri Happy e da PBKids seguem funcionando normalmente, e não detalhou a situação das unidades gaúchas.

Qual o valor da dívida que a Ri Happy quer renegociar?

O processo tem valor de causa de R$ 827,4 milhões, e credores que representam R$ 308,8 milhões já aderiram à proposta.

O que é recuperação extrajudicial?

É um mecanismo que permite negociar diretamente com os credores e pedir à Justiça a homologação do acordo.

📱 As principais do dia, do teu jeito

Escolhe os assuntos e a região. Chega no WhatsApp, no e-mail ou nos dois. Sai quando quiser.

Sem spam e de graça, como tem que ser 🧉 · privacidade

Saber mais

Produzida e checada pela redação do Bairrista. Viu um erro? Fala com a redação.

Leia também