Gate descarta bomba em carro da comitiva de Flávio Bolsonaro após debate da Band
Dois cães farejadores sinalizaram um componente químico, mas a busca não achou artefato; o alerta chegou à PM por meio da Polícia Legislativa do Senado.
Redação Bairrista · Repórter de Polícia · · 2 min de leitura · feita com IA, checada pela redação

O Gate, grupo tático da Polícia Militar de São Paulo, descartou a presença de bomba em um carro da comitiva de Flávio Bolsonaro (PL) após o debate da Band com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O debate ocorreu nos estúdios da Band, no Morumbi, zona sul de São Paulo, na noite de domingo (18).
Para quem acompanha a eleição daqui, o ponto central é que o alerta não se confirmou. "O ambiente está seguro", afirmou o capitão Victor Capello Haddad, comandante do esquadrão antibombas do Gate. Os dois candidatos disputam o segundo turno no próximo domingo (25), com votação em todo o Rio Grande do Sul.
Alerta veio do Senado durante o debate
A Polícia Legislativa do Senado recebeu um informe de inteligência durante o debate sobre a possível presença de um artefato explosivo em um veículo da frota de um dos candidatos. Haddad disse que a denúncia teria chegado aos policiais do Senado por meio de um "canal de inteligência" e sido repassada ao Gate.
Cães farejadores sinalizaram componentes químicos na região do capô do automóvel, e as equipes isolaram a área para uma busca mais minuciosa. A varredura não encontrou nenhum artefato.
Substância que alertou os cães segue sem definição
Haddad explicou que o carro tem vários componentes químicos, entre eles os do acionamento do airbag. Ele mencionou a amônia como uma das possíveis substâncias. Amônio e perclorato também apareceram entre as hipóteses iniciais. O capitão disse que não consegue precisar qual substância provocou a reação dos cães.
Quem estava na Band esperou a liberação
Depois do debate, quem estava na sede da emissora foi impedido de sair até a liberação da área. Jornalistas e outros presentes saíram por outra portaria. Flávio deixou o local em outro carro, acompanhado pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). A assessoria do candidato informou que a saída antecipada se deu por causa do incidente de segurança.
O porta-voz do Gate disse não ter informações detalhadas sobre como os candidatos foram avisados da ameaça nem sobre o procedimento adotado para que deixassem o local. A Polícia Legislativa do Senado não divulgou como identificou a suspeita, e Flávio não comentou o episódio em suas redes sociais.
O segundo turno da eleição presidencial acontece no domingo (25), com votação em todo o Rio Grande do Sul.
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