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Urgente Guarda Revolucionária diz que petroleiro atingiu mina e pegou fogo em Ormuz
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Guarda Revolucionária diz que petroleiro atingiu mina e pegou fogo em Ormuz

O Irã não informou nome, bandeira nem vítimas do navio, e o episódio se soma a uma semana de ataques recordes a embarcações na região.

Por que afeta o RS: Alta do petróleo tende a pressionar preços de combustíveis no Brasil, incluindo no Rio Grande do Sul.

Redação Bairrista · Repórter de Geral · · 1 min de leitura · feita com IA, checada pela redação

Foto: Guarda Revolucionária diz que petroleiro atingiu mina e pegou fogo em Ormuz
Foto: Jacques Descloitres, MODIS Land Rapid Response Team, NASA/GSFC / Wikimedia Commons (Public domain)

A Guarda Revolucionária do Irã anunciou nesta segunda (19) que um petroleiro atingiu uma mina naval no sul do Estreito de Ormuz. Segundo o comunicado, a explosão provocou incêndio na casa de máquinas. O navio transitava pela "rota sul não autorizada" e havia desativado os sistemas de posicionamento e navegação, de acordo com a nota.

O estreito é o centro do conflito entre Washington e Teerã. Uma alta do barril no mercado internacional tende a pressionar o preço de diesel e gasolina no Brasil, inclusive no Rio Grande do Sul.

Sem identificação do navio

A Guarda não divulgou nome, bandeira, vítimas nem a extensão dos danos do petroleiro.

A Guarda já havia alegado nos últimos dias que superpetroleiros bateram em minas na região. Nenhum dos navios foi identificado, e o centro conjunto de informação marítima JMIC afirmou não haver comprovação para as alegações iranianas. O Comando Central dos EUA e a UKMTO, centro britânico que registra ataques relatados por comandantes de navios, não haviam confirmado os dois episódios de sábado.

Navios com sistemas desligados

No comunicado desta segunda, a Guarda disse que navios que desativarem os sistemas de navegação e identificação ficarão sujeitos a medidas severas.

O governo dos EUA respondeu às restrições de Teerã no estreito com um bloqueio naval às exportações iranianas de petróleo.

A UKMTO contabilizou ao menos 10 embarcações atacadas dentro ou perto do estreito nos sete dias até sábado, o maior número em uma semana desde o início da guerra. O centro britânico alerta que o número real pode ser maior, porque muitos navios atingidos não comunicam os incidentes.

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