🔍
Urgente Senado vota PEC do fim da 6x1; Mourão (RS) é contra e critica colegas da oposição
Quarta-feira, 14 de outubro de 2026 · Edição para POAIbov 206,5 mil ▲ 0,33%19°C ⛅
EconomiaBrasil

Confiança da indústria sobe a 46,2 pontos, mas segue abaixo de 50 pelo 22º mês

Expectativas chegam a 49,3, mas a avaliação das condições atuais cai a 40 pontos, a pior desde julho de 2020, e a atividade industrial do RS já recuava em agosto.

Redação Bairrista · 14 de outubro de 2026 às 16:48 · 1 min de leitura

Foto de divulgação da Agência Brasil ilustrando a matéria sobre a confiança do empresário industrial brasileiro
Foto: Divulgação/Agência Brasil

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) subiu 1,3 ponto em outubro e chegou a 46,2 pontos. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou a pesquisa nesta quarta (14).

O resultado segue abaixo dos 50 pontos, faixa que indica confiança, e a indústria brasileira completa 22 meses consecutivos sem confiança.

Para o RS, o dado nacional chega com a atividade já em baixa. O Índice de Desempenho Industrial do estado (IDI-RS), do Sistema Fiergs, caiu 1,5% em agosto ante julho, com ajuste sazonal, na segunda queda mensal seguida. As compras industriais recuaram 7,1% e as horas trabalhadas na produção, 2,5%. O faturamento real gaúcho, ao contrário do nacional, subiu 2,2% no mês.

Expectativas melhoram, presente piora

O Índice de Expectativas, que mede as perspectivas para os próximos seis meses, subiu 2,1 pontos e alcançou 49,3 pontos, perto da linha dos 50.

O Índice de Condições Atuais recuou 0,2 ponto, para 40 pontos, refletindo a avaliação negativa dos empresários sobre a situação das próprias empresas e da atividade econômica. É o menor nível desde julho de 2020, durante a pandemia de covid-19.

Segundo Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI, a percepção negativa está ligada à queda da demanda por produtos industriais, à pressão dos custos e às incertezas no cenário internacional. Azevedo explicou que alguns fatores vêm de tempos atrás, mas outros, mais recentes, agravaram o quadro.

Juros e faturamento pesam no caixa

A CNI ouviu 1.103 empresas industriais, de 1º a 7 de outubro: 456 pequenas, 414 médias e 233 grandes.

Os juros seguem como o principal entrave

📱 As principais do dia, do teu jeito

Escolhe os assuntos e a região. Chega no WhatsApp, no e-mail ou nos dois. Sai quando quiser.

Sem spam e de graça, como tem que ser 🧉 · privacidade

Saber mais

Produzida e checada pela redação do Bairrista. Viu um erro? Fala com a redação.

Leia também