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The Economist diz que nem Lula nem Flávio Bolsonaro têm estômago para reforma econômica

Revista britânica avalia que o mercado pode preferir Flávio, mas que o resultado do segundo turno, no domingo, será decepcionante em qualquer cenário.

Redação Bairrista · Repórter de Economia · · 1 min de leitura

Sede do Banco Central do Brasil, em Brasília.
Foto: Banco Central do Brasil / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

A revista britânica The Economist publicou nesta quinta (22), na seção Finance and Economics, uma análise em que afirma que a economia do Brasil precisa de uma reforma séria. Segundo o texto, nem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nem o senador Flávio Bolsonaro (PL) teriam disposição para fazê-la. O artigo se chama "Brazil's weird economy needs serious reform".

Trata-se de uma avaliação opinativa de um veículo estrangeiro, não de um fato novo sobre as propostas dos candidatos. A análise é sobre a economia nacional e não mede efeitos para o Rio Grande do Sul.

A revista diz que a "estranha economia" do Brasil precisa de reforma para lidar com o alto custo do crédito. Segundo a cobertura da BBC News Brasil, o mercado financeiro se inclina por Flávio diante da deterioração das contas públicas na gestão petista. A revista, porém, vê as propostas do senador como insuficientes e implausíveis.

A conclusão é que, sem disposição real para cortar gastos ou enfrentar a resistência do Congresso, qualquer um dos dois levará o país à decepção econômica. A revista escreve que o mercado talvez prefira Flávio a Lula, mas que o resultado será decepcionante seja quem for o eleito.

O segundo turno da eleição presidencial é neste domingo (25). O texto original, em inglês, está no site da The Economist.

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