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Presidente do TSE cita 'absoluta normalidade' e Marinho diz não haver provas de fraude

O ministro Kassio Nunes Marques, que comanda a Justiça Eleitoral, respondeu em nota à carta de Flávio Bolsonaro, e o coordenador da campanha do senador reconheceu a falta de provas.

Redação Bairrista · Repórter de Política · · 2 min de leitura

O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, afirmou que as eleições ocorreram dentro da normalidade.
Foto: Divulgação/Agência Brasil

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, afirmou em nota na quarta-feira (28) que as eleições de 2026 transcorreram "dentro da mais absoluta normalidade". A manifestação veio horas depois de o senador Flávio Bolsonaro (PL), derrotado por Lula (PT) no segundo turno, divulgar uma carta em que alega ter sido vítima de fraude. O ministro falou na quarta-feira (28), três dias depois da votação.

Vale para o eleitor gaúcho o mesmo que vale para o resto do país: o segundo turno foi no domingo (25) e a Justiça Eleitoral diz que contestações precisam seguir o processo legal.

O que diz a nota do presidente do TSE

Segundo a CNN Brasil, Nunes Marques escreveu que as eleições "transcorreram dentro da mais absoluta normalidade e com respeito aos ditames legais e constitucionais". Ele também afirmou o compromisso da Justiça Eleitoral com "a vontade soberana do eleitorado".

Na nota, o presidente do TSE mencionou a instabilidade registrada na reta final da votação, em referência à decisão do ministro do STF Cristiano Zanin de prorrogar o fechamento das urnas. Ele disse que os técnicos do tribunal conseguiram avançar com a apuração e entregar um pleito seguro.

Sobre contestações, o ministro afirmou que "todos os questionamentos feitos dentro do devido processo legal serão analisados e respondidos".

Marinho: "não há provas"

Quem fala em ausência de provas é o senador Rogério Marinho (PL), coordenador da campanha de Flávio, e não o presidente do TSE. Segundo a Agência Brasil, Marinho disse que nem ele nem o PL podem afirmar que houve fraude, porque "não há provas nesse sentido".

O senador também atribuiu a um "erro de confecção" a primeira versão da carta, segundo o jornal O Globo. Nessa versão, divulgada pelo influenciador Paulo Figueiredo, Flávio se dizia "o verdadeiro presidente eleito do Brasil". Em nova versão, publicada no perfil dele no X, ele passou a se apresentar como "o líder do Brasil".

O que o TSE promete sobre contestações

O TSE afirma que os questionamentos apresentados dentro do devido processo legal serão analisados e respondidos.

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