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Porto Alegre: Grêmio assina documento da troca de chaves entre Arena e Olímpico

O acordo com OAS 26 e Karagounis ainda precisa passar pelo Conselho Deliberativo, em reunião que o presidente do órgão deve convocar.

Redação Bairrista · Mesa de Esportes · · 1 min de leitura

Odorico Roman, presidente do Grêmio, em coletiva oficial do clube.
Foto: Divulgação/Lucas Uebel/Grêmio FBPA

O Grêmio concluiu em outubro as tratativas da troca de chaves entre os terrenos da Arena e do Olímpico, em Porto Alegre. Nesta semana, o clube e as empresas OAS 26 e Karagounis assinaram um documento vinculante sobre o assunto, segundo apurou a coluna de Eduardo Gabardo, da GZH.

O acordo ainda precisa ser submetido aos conselheiros. O presidente do Conselho Deliberativo, Philippe Jardim, deve convocar uma reunião para homologá-lo.

O que muda para a Arena

A assinatura encaminha uma pendência patrimonial que poderia afetar a situação da Arena após 2033. O Grêmio tem o direito de explorar o estádio até esse ano.

A negociação foi conduzida pelo presidente Odorico Roman e pelos vice-presidentes Antonio Dutra Júnior e Eduardo Schumacher. As comissões de Patrimônio, de Assuntos Legais e Estatutários e da Arena já tiveram acesso ao documento.

Sem a troca de chaves até o fim desse prazo, o clube poderia enfrentar o problema de ter o estádio construído em área pertencente à OAS.

Quem são as contrapartes

A OAS 26 e a Karagounis são as empresas donas do terreno da Arena.

Em reportagens anteriores, o Olímpico aparecia como parte do pagamento pela Arena. A proposta inicial previa a construção de prédios residenciais na área, para que as empresas obtivessem retorno financeiro. Enquanto isso, o Olímpico seguia fechado e abandonado.

Havia ainda uma discussão sobre as obras de infraestrutura da Arena. O Grêmio afirmava não ter obrigações financeiras nesse quesito. As cláusulas do novo documento e eventuais valores não foram detalhados.

Próximo passo

O presidente do Conselho Deliberativo deve convocar a reunião em que os conselheiros vão analisar o acordo.

Saber mais: fontes consultadas (3)

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