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Polícia Civil descarta, por ora, feminicídio na morte de mulher de 37 anos em Tapejara

Perícia não achou sinais de violência no corpo de Cleidilandia Paiva da Silva; laudo preliminar aponta possível morte natural, e superdosagem de medicamentos é uma das hipóteses.

Redação Bairrista · Repórter de Polícia · · 1 min de leitura · feita com IA, checada pela redação

Imagem: Bairrista/IA. Ilustração sobre: Exterior of a small Brazilian civil police station in a town of the Rio Grande do Sul highlands, daytime, with a white marked police car par
Imagem: Bairrista/IA

A Polícia Civil de Tapejara, no Planalto Médio, descartou até o momento que a morte de Cleidilandia Paiva da Silva, de 37 anos, tenha sido violenta. Ela foi encontrada morta por volta das 10h de sábado (17), na casa onde morava com o companheiro, no bairro Treze de Maio.

A suspeita inicial era de feminicídio, por causa de uma faca e de sinais de sangue no local. A delegada Taís Neetzow disse que a perícia não identificou sinais de violência no corpo e que o laudo preliminar da necropsia indica possível morte natural. Ela afirmou que não houve agressão.

A causa exata ainda depende dos resultados dos exames laboratoriais. Uma das hipóteses é superdosagem de medicamentos, mas a polícia trata isso como possibilidade, não como conclusão. A Polícia Civil não informou o prazo para o laudo final.

O companheiro, de 52 anos, encontrou a mulher. Os Bombeiros Voluntários e a Brigada Militar atenderam a ocorrência. Ele foi levado à Delegacia de Polícia Civil de Passo Fundo, onde prestou depoimento e foi liberado.

Cleidilandia era natural de Teresina, no Piauí, e morava em Tapejara. Os exames laboratoriais vão definir se o caso segue como morte natural.

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