Iptacopana entra no SUS para tratar doença rara do sangue, com efeito no RS
Remédio para adultos com hemoglobinúria paroxística noturna passa a ser a segunda linha de tratamento e é tomado em casa, duas vezes ao dia.
Por que afeta o RS: A incorporação vale para pacientes do SUS em todo o país, inclusive no Rio Grande do Sul.
Redação Bairrista · Repórter de Geral · · 1 min de leitura

O Ministério da Saúde anunciou nesta quinta (29) a incorporação da iptacopana ao SUS para adultos com hemoglobinúria paroxística noturna (HPN), doença rara e grave do sangue. O medicamento é indicado a quem continua com anemia após o tratamento com inibidores de C5.
A decisão vale para pacientes do SUS em todo o país, inclusive no Rio Grande do Sul. Com isso, o sistema público ganha mais uma opção de tratamento para quem convive com a doença.

A iptacopana passa a integrar a segunda linha de tratamento da HPN no SUS, depois da terapia com inibidores de C5. Segundo o ministério, a incorporação amplia as alternativas oferecidas no sistema público e moderniza o cuidado a esses pacientes.
Outra mudança é a forma de uso: o paciente toma o remédio em casa, duas vezes ao dia.
Saber mais: fontes consultadas (1)
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