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Fim da 6x1: projeção de 638 mil empregos a menos vem de economista do FGV Ibre

Senado aprovou a PEC nesta quarta (14), e a conta do impacto no emprego segue em disputa entre estudos de entidades patronais, Ipea e Dieese.

Redação Bairrista · 16 de outubro de 2026 às 00:11 · 1 min de leitura

Foto de divulgação da Agência Senado ligada à votação da PEC do fim da escala 6x1
Foto: Divulgação/Agência Senado

O Senado aprovou nesta quarta (14), em dois turnos, a PEC que acaba com a escala 6x1. A jornada máxima cai de 44 para 40 horas semanais, sem corte de salário. O texto segue para promulgação, prevista para terça (20).

Para quem trabalha com carteira assinada no RS, a mudança vem em duas etapas. Dois meses após a publicação da emenda, o limite cai para 42 horas, com dois dias de descanso remunerado, um deles preferencialmente aos domingos. Doze meses depois do início dessa etapa, a jornada chega a 40 horas, com no máximo oito por dia. Trabalhadores informais, autônomos e contratados como pessoa jurídica não são alcançados diretamente pela regra.

O número de 638 mil é de um economista, não da FGV

A cifra de 638 mil empregos formais circula em cartas de leitores como se fosse da Fundação Getulio Vargas. É uma projeção individual. O economista Daniel Duque, do Centro de Liderança Pública (CLP) e pesquisador do FGV Ibre, estima que a redução para 40 horas poderia eliminar cerca de 638 mil empregos formais.

A conta usa parâmetros de um estudo empírico s

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