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Agro

Dmae conclui bombas flutuantes dos pôlderes 7 e 8; obra custou R$ 66 milhões

Equipamento fecha o sistema de proteção entre Anchieta e Sarandi, na Zona Norte de Porto Alegre, e leva a água da chuva ao rio Gravataí.

Redação Bairrista · Repórter de Geral · · 1 min de leitura

Dmae investe em bombas e equipamentos para reforçar o sistema de proteção contra cheias em Porto Alegre.
Foto: Divulgação/Prefeitura

O Dmae (Departamento Municipal de Água e Esgotos) concluiu a instalação definitiva das bombas flutuantes que completam a proteção contra cheias dos pôlderes 7 e 8, entre os bairros Anchieta e Sarandi, na Zona Norte de Porto Alegre. O trabalho termina nos próximos dias, informou a prefeitura neste domingo (25).

Quadro: Dmae conclui bombas flutuantes dos pôlderes 7 e 8; obra custou R$ 66 milhões
Em números · Bairrista

Para quem mora na região, a mudança é prática: com as comportas fechadas durante uma cheia, a água da chuva acumulada na área protegida será bombeada para o rio Gravataí. Tubulações de grande porte, de PEAD (polietileno de alta densidade), ligam o bombeamento ao rio.

"É mais uma ação do Dmae para reforçar a proteção da Zona Norte", afirmou o diretor de Proteção Contra Cheias e Drenagem Urbana do Dmae, Alex Zanoteli.

Eletrocentros e geradores entram na conta de R$ 66 milhões

A obra custou R$ 66 milhões, valor que inclui serviços de engenharia e equipamentos como eletrocentros e geradores. Um estudo feito pelo Dmae com consultores especializados mostrou que a intervenção não traz impacto negativo relevante para os municípios vizinhos a Porto Alegre.

Em agosto, o Dmae informou que oito dos 17 equipamentos comprados por R$ 26,5 milhões seriam destinados à região entre Anchieta e Sarandi. A estrutura de proteção do local tem capacidade de 12 mil litros por segundo. Até então, a área contava com bombas anfíbias que retiravam cerca de seis mil litros de água por segundo e os lançavam no rio Gravataí.

Dique do Sarandi ainda espera a última etapa

No dique do Sarandi, o Departamento Municipal de Habitação segue atuando no acolhimento das famílias que residem na área do trecho 3. A última etapa de intervenções na estrutura de proteção contra cheias, com dois quilômetros de extensão, será iniciada assim que a área estiver liberada.

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