EUA atacam ilha de Qeshm, na entrada de Ormuz, um dia antes das eleições nos EUA
Mídia iraniana relatou cinco explosões e dois aviões sobre a ilha; Washington não anunciou a operação, e Trump diz que o Irã quer acordo.
Redação Bairrista · Repórter de Política · · 1 min de leitura

Os Estados Unidos atacaram a ilha iraniana de Qeshm na segunda-feira (2), um dia antes das eleições legislativas de meio de mandato nos EUA, realizadas na terça (3). A agência estatal iraniana IRNA relatou cinco explosões na ilha, e moradores avistaram duas aeronaves.
Qeshm fica na entrada do Estreito de Ormuz, passagem do petróleo exportado pelo Golfo Pérsico. Antes da guerra, cerca de um quinto do comércio mundial de hidrocarbonetos passava por Ormuz. O Brent chegou a superar US$ 107 na terça (3) e recuou para US$ 101,32, e oscilações assim chegam aos combustíveis e ao frete no RS. Não há anúncio de reajuste da Petrobras.

O que se sabe sobre o alvo
Qeshm fica no sul do Irã, no Golfo Pérsico, bem perto do Estreito de Ormuz.
Os danos e os alvos exatos não foram divulgados.
O que dizem os EUA
O Comando Central dos EUA não publicou comunicado sobre a operação. Autoridades americanas, sob anonimato, disseram à Reuters que a ação foi defensiva, contra o uso de mísseis terra-ar iranianos contra ativos dos EUA.
Outra autoridade descreveu a ação como limitada, sem indicar retomada de grandes operações.
O presidente Donald Trump confirmou o ataque a uma instalação antiaérea e o descreveu como "pequeno".
Irã e Catar
Um alto funcionário iraniano disse à Reuters que o país responderá com força, "na região e além". As negociações, com mediação do Catar, seguem, mas um acordo ainda está distante.
Perguntas frequentes
O que aconteceu em Qeshm?
A IRNA relatou cinco explosões na ilha, e moradores avistaram duas aeronaves; os danos e alvos exatos não foram divulgados.
Os EUA assumiram o ataque?
O Comando Central dos EUA não publicou comunicado; autoridades disseram à Reuters que a ação foi defensiva e limitada.
Isso afeta o preço do combustível no RS?
Oscilações assim chegam aos combustíveis e ao frete no RS, mas não há anúncio de reajuste da Petrobras.
O que vem depois?
O Irã promete resposta forte, e as negociações mediadas pelo Catar seguem, mas um acordo ainda está distante.
Saber mais: fontes consultadas (2)
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