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Ucrânia e Rússia trocam 270 prisioneiros cada; cinco libertados eram dados como mortos

Entre os ucranianos que voltaram para casa estão sobreviventes do ataque à prisão de Olenivka, em 2022, e nove civis.

Redação Bairrista · Repórter de Geral · · 1 min de leitura

Ônibus com ucranianos chegando à recepção após a troca de prisioneiros entre Ucrânia e Rússia, em 23 de maio de 2025.
Foto: President Of Ukraine / Wikimedia Commons (CC0)

Ucrânia e Rússia trocaram prisioneiros de guerra nesta sexta (23), e 270 ucranianos voltaram para casa, anunciou o presidente Volodimir Zelensky. Outros 270 prisioneiros russos retornaram à Rússia. Foi a primeira troca em dois meses.

Cinco dos libertados haviam sido considerados mortos. Zelensky disse que eles estavam entre os que se acreditava terem morrido no ataque à prisão de Olenivka, em julho de 2022. A Ucrânia acusa a Rússia de crime de guerra no ataque, que matou dezenas de presos. Moscou diz que foi a Ucrânia quem atirou contra o campo.

Nove civis e um americano estão entre os libertados

Segundo o quartel-general ucraniano de tratamento de prisioneiros, os 270 incluem 261 militares e nove civis. A operação foi a terceira etapa de um processo de troca iniciado em 19 de agosto. A maioria estava presa desde 2022, e muitos eram defensores de Mariupol. Também foi libertado o americano Stephen Hubbard, professor de inglês de 74 anos, de Izium, na região de Kharkiv.

Troca veio após conversas com negociadores dos EUA

"Lembramos de todos e seguimos procurando cada um", afirmou Zelensky. A troca veio depois de conversas com negociadores dos Estados Unidos, no início da semana. Como nas últimas trocas, a entrega ocorreu em uma passagem de fronteira entre Belarus e Ucrânia.

A comissária de direitos humanos da Rússia, Yana Lantratova, agradeceu à Cruz Vermelha Internacional pela ajuda. O Ministério da Defesa russo informou que seus militares estão em Belarus e serão levados à Rússia depois de receber assistência psicológica e médica.

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