Trabalhador gaúcho pode sair do serviço para votar no dia 25, sem perder salário
Tempo de deslocamento e de fila entra na conta; impedir o voto é crime eleitoral, com detenção de até 6 meses e multa.
Por que afeta o RS: A regra vale para todos os trabalhadores gaúchos no segundo turno das eleições de 25 de outubro.
Redação Bairrista · Repórter de Política · · 1 min de leitura

Quem trabalha no dia da eleição tem o direito de se ausentar do serviço para votar, sem prejuízo de salário. A garantia está no artigo 234 do Código Eleitoral e em resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

No segundo turno, no domingo (25), a regra vale para trabalhadores de todo o país, inclusive no RS.
O que entra na conta do tempo de saída
Quem trabalha no dia da votação pode se ausentar pelo tempo de que precisar para votar. A conta inclui a ida e a volta até a seção eleitoral e o tempo na fila.
O direito também alcança quem não é obrigado a votar, como os maiores de 70 anos e os jovens de 16 a 18 anos.
Impedir o voto é crime
Impedir alguém de votar é crime eleitoral e rende detenção de até 6 meses, mais multa.
Como combinar com o patrão
Quem vai trabalhar no domingo (25) deve combinar a saída com o empregador com antecedência.
Perguntas frequentes
Trabalhador pode sair do serviço para votar sem perder salário?
Sim. Quem trabalha no dia da votação pode se ausentar pelo tempo necessário, sem prejuízo de salário, com base no artigo 234 do Código Eleitoral e em resolução do TSE.
Quanto tempo de saída é permitido para votar?
O tempo inclui a ida e a volta até a seção eleitoral e o tempo na fila, pelo tempo que for preciso para votar.
Quem tem direito a sair para votar mesmo sem ser obrigado a votar?
Maiores de 70 anos e jovens de 16 a 18 anos também têm o direito de se ausentar do trabalho para votar.
Qual a pena para quem impede alguém de votar?
Impedir o voto é crime eleitoral, com detenção de até 6 meses, mais multa.
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