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EducaçãoBrasilAfeta o RS

SUS amplia DNA-HPV no rastreio do colo do útero com R$ 2,7 milhões por ano

Rio Grande começou a oferecer o teste em quatro unidades de saúde na segunda (19), e o Ministério da Saúde financia 131 mil testes anuais.

Por que afeta o RS: A oferta do teste pelo SUS vale para as mulheres gaúchas atendidas pela rede pública de saúde.

Redação Bairrista · Repórter de Educação · · 1 min de leitura

Ilustração do Bairrista sobre: Close-up of a gloved health professional preparing a sterile collection kit in a bright, clean primary care clinic room in southern Brazil,
Ilustração: Bairrista

O Ministério da Saúde anunciou nesta semana que o rastreamento do câncer do colo do útero com o teste DNA-HPV está em implementação no SUS. Como complemento, o ministério financiará a citologia reflexa em meio líquido, que usa a mesma coleta para avaliar amostras com sinais de alerta. O investimento anual será de R$ 2,7 milhões para mais de 131 mil testes.

No RS, Rio Grande foi o primeiro município a anunciar a implantação: a Secretaria Municipal da Saúde começou na segunda (19). Nesta primeira etapa, o exame é oferecido em quatro unidades: UBSF Cidade de Águeda, UBSF Aeroporto, UBSF Quintinha e UBSF Barra.

Intervalo entre os exames passa para cinco anos

Com resultado negativo, o intervalo entre os exames passa de três para cinco anos.

A coleta continua sendo feita na unidade de saúde. A diferença está no que se faz com ela: o exame procura diretamente o vírus, e a citologia em meio líquido entra como segunda análise quando a amostra mostra sinais de alerta.

Piloto em Rio Grande tem público definido

Na cidade do Litoral Sul, o público prioritário é de mulheres de 30 a 49 anos que nunca fizeram o exame citopatológico ou estão com ele atrasado há 36 meses ou mais. A demanda espontânea também será atendida, conforme os critérios assistenciais e a organização dos serviços.

Serviço: em Rio Grande, as mulheres do público prioritário podem procurar a UBSF Cidade de Águeda, a UBSF Aeroporto, a UBSF Quintinha ou a UBSF Barra para receber orientações sobre o atendimento e os critérios do teste. Nas demais cidades gaúchas, a informação sobre a oferta do DNA-HPV está na secretaria municipal de saúde ou na unidade básica de referência.

Perguntas frequentes

Quem pode fazer o DNA-HPV no SUS em Rio Grande?

Na primeira etapa, o público prioritário são mulheres de 30 a 49 anos que nunca fizeram o exame citopatológico ou estão com ele atrasado há 36 meses ou mais. A demanda espontânea também será atendida, conforme os critérios assistenciais.

Onde fazer o DNA-HPV em Rio Grande?

O exame é oferecido em quatro unidades: UBSF Cidade de Águeda, UBSF Aeroporto, UBSF Quintinha e UBSF Barra.

De quanto em quanto tempo repetir o exame com resultado negativo?

O intervalo entre os exames passa de três para cinco anos.

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