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Gari é morto a golpes de pá por dois homens sob o Viaduto Tiradentes, em Porto Alegre

Gelson da Silva Soares, 51 anos, trabalhava na limpeza urbana com um colega quando foi atacado por volta das 3h; a 2ª DHPP investiga e ninguém foi preso.

Redação Bairrista · 15 de outubro de 2026 às 12:04 · 2 min de leitura

Viaduto Tiradentes, em Porto Alegre, local onde o gari Gelson da Silva Soares foi morto. Foto: Eugenio Hansen, OFS
Foto: Eugenio Hansen, OFS / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

O gari Gelson da Silva Soares, de 51 anos, foi morto a golpes de pá na madrugada desta quinta (15), sob o Viaduto Tiradentes, no bairro Santa Cecília, em Porto Alegre. O crime ocorreu no trecho da Rua Silva Só com a Avenida Protásio Alves. Gelson trabalhava para a Cootravipa, cooperativa responsável por parte da limpeza urbana da Capital.

A Polícia Civil investiga o caso como homicídio e ainda não identificou os autores. Os dois homens fugiram depois do ataque. Informações podem ser repassadas de forma anônima pelo 197, telefone da Polícia Civil.

Dois homens desceram de um carro e atacaram o gari

Segundo a Polícia Civil, Gelson limpava a via ao lado de um colega por volta das 3h. Um carro parou perto dos dois, e dois homens desceram. Um deles imobilizou Gelson. O outro tomou a pá do colega e golpeou a vítima várias vezes. Em seguida, a dupla fugiu.

Samu constatou a morte ainda no local

Policiais do 9º Batalhão de Polícia Militar (9º BPM) foram chamados depois de um aviso de que um homem tinha sido agredido. A guarnição encontrou Gelson caído e inconsciente, com ferimentos graves na cabeça. Uma equipe do Samu atendeu a vítima e constatou a morte no local. A Brigada Militar isolou a área para a perícia do Instituto-Geral de Perícias (IGP).

2ª DHPP faz diligências na região

A investigação está com a 2ª Delegacia de Polícia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Porto Alegre. O delegado Eric Dutra afirmou que equipes fazem diligências na região desde o início da manhã para esclarecer as circunstâncias do crime.

De acordo com a Polícia Civil, Gelson não tinha antecedentes criminais. A motivação e a identidade dos autores ainda não foram esclarecidas. Até a última atualização, ninguém havia sido preso.

Serviço

  • Polícia Civil (denúncia anônima): 197
  • Investigação: 2ª DHPP de Porto Alegre

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