Comissão da Assembleia gaúcha avança com bancos vermelhos contra violência à mulher
Projeto da deputada Laura Sito (PT) autoriza o Executivo a instalar assentos com contatos da Brigada Militar e da Polícia Civil e QR Code de apoio às vítimas.
Redação Bairrista · Repórter de Política · · 1 min de leitura

A Comissão de Segurança e Serviços Públicos da Assembleia Legislativa avançou com o projeto de lei que autoriza o Executivo a instituir o Projeto Banco Vermelho no Rio Grande do Sul. O parecer favorável é da deputada Delegada Nadine (PSD).
A proposta é da deputada Laura Sito (PT) e prevê assentos vermelhos em locais públicos de grande circulação, como praças e calçadões. O texto autoriza o Executivo a criar a campanha, mas não a impõe.
O que os bancos trazem
As estruturas exibirão contatos de emergência da Brigada Militar e da Polícia Civil, além de frases de reflexão sobre o combate ao feminicídio e à violência de gênero. Cada banco terá ainda um QR Code que leva a vítima aos serviços estaduais de apoio e atendimento especializado.
Para a autora, os bancos representam as mulheres mortas por feminicídio, que poderiam estar sentadas ali.
Etapas já cumpridas
A Comissão de Cidadania e Direitos Humanos já havia aprovado parecer favorável ao projeto em março.
Serviço: mulheres em situação de violência podem ligar para o 180, a Central de Atendimento à Mulher, ou para o 190, da Brigada Militar.
Perguntas frequentes
O que é o Projeto Banco Vermelho?
É um projeto de lei que autoriza o Executivo a instalar assentos vermelhos em locais públicos de grande circulação, com contatos da Brigada Militar e da Polícia Civil e QR Code de apoio às vítimas.
Quem propôs o projeto?
A proposta é da deputada Laura Sito (PT), e o parecer favorável na Comissão de Segurança e Serviços Públicos é da deputada Delegada Nadine (PSD).
Os bancos serão obrigatórios?
Não. O texto autoriza o Executivo a criar a campanha, mas não a impõe.
Onde a vítima pode pedir ajuda agora?
Mulheres em situação de violência podem ligar para o 180, a Central de Atendimento à Mulher, ou para o 190, da Brigada Militar.
Saber mais: fontes consultadas (2)
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