🔍
Urgente Cinco armados invadem casa do prefeito de Balneário Pinhal e rendem ele e a mãe
Sábado, 24 de outubro de 2026 · Edição para POADólar R$ 5,00 ▼ 1,32%Euro R$ 5,56 ▼ 2,10%Ibov 205,1 mil ▼ 0,17%Nasdaq 26,0 mil ▼ 0,71%22°C 🌧
Agro
EsportesBrasil

São Paulo contesta ação de Casares, pede extinção do processo e fala em "alucinações"

Clube diz que o ex-presidente expulso busca um aval para a própria gestão e aponta cerca de R$ 7 milhões em saques sem comprovação suficiente.

Redação Bairrista · Repórter de Esportes · · 2 min de leitura

Imagem de arquivo: dirigente do São Paulo em coletiva de imprensa no clube.
Foto: Divulgação/Saopaulodigital

O São Paulo apresentou nesta sexta (23) a contestação à ação em que o ex-presidente Júlio Casares tenta reverter os efeitos da expulsão do quadro de sócios, decretada por gestão temerária. O clube pede que a Justiça rejeite os pedidos, extinga o processo e obrigue Casares a pagar custas e honorários advocatícios. A ação tramita na 99ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo.

Quadro: São Paulo contesta ação de Casares, pede extinção do processo e fala em "alucinações"
Em números · Bairrista

Para o torcedor, o resultado define se a expulsão segue de pé.

O que o clube alega

Na peça, o departamento jurídico tricolor trata os argumentos de Casares como "alucinações". Segundo o clube, ele não pede a anulação do julgamento que o atingiu e procura na Justiça um "atestado de conformidade" para a própria gestão. A contestação chama a iniciativa de "desleal" e "traiçoeira", uma tentativa de dividir a culpa com funcionários.

O São Paulo se apoia no relatório final da Comissão de Ética. O documento aponta cerca de R$ 7 milhões em saques sem documentação suficiente para comprovar origem, finalidade e destino. O clube também cita despesas pessoais no cartão corporativo, como compras em petshops, restaurantes e lojas de luxo. Diz ainda que a devolução de cerca de R$ 560 mil por Casares não regulariza o uso original do cartão.

O que Casares sustenta

A defesa afirma que os saques, de cerca de R$ 11 milhões, serviram para pagar premiações por títulos. Diz também que as contas de 2021 a 2024 foram aprovadas e que ele agiu de boa-fé. Casares alega ter sido vítima de uma "trama política". Após a expulsão, a defesa já havia dito que o processo teve "cunho eminentemente político, com ares de perseguição".

Casares presidiu o clube de janeiro de 2021 a janeiro de 2026. A Comissão de Ética, com cinco integrantes, recomendou a expulsão por unanimidade. O Conselho Deliberativo aprovou a medida em 10 de setembro, com mais de 220 votos a favor.

Como está o processo

Casares ajuizou a ação em 28 de setembro, poucos dias depois da expulsão. Depois, a 9ª Vara Cível deu 15 dias ao clube para contestar e dispensou a audiência de conciliação. A Justiça ainda não decidiu sobre o pedido de extinção. A Polícia Civil e o Ministério Público seguem investigando a gestão de Casares nas áreas cível e criminal.

📱 As principais do dia, do teu jeito

Escolhe os assuntos e a região. Chega no WhatsApp, no e-mail ou nos dois. Sai quando quiser.

Sem spam e de graça, como tem que ser 🧉 · privacidade

Saber mais

Produzida e checada pela redação do Bairrista. Viu um erro? Fala com a redação.

Leia também