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Rebeca Andrade é tricampeã mundial do salto em Roterdã com média de 14,466

Primeira brasileira com três títulos mundiais na mesma prova, ela chega a dez pódios em mundiais; Claire Pease e Skye Blakely levam prata e bronze.

Redação Bairrista · Repórter de Esportes · · 2 min de leitura

Atualizada 24/10, 11:41 · Entraram o ineditismo do tricampeonato (primeira brasileira com três títulos mundiais na mesma prova), a nota de 14,533 da classificatória, a queda da sul-coreana Seojeong Yeo, o balanço de medalhas e os resultados do Brasil em Roterdã, incluindo a nota de Flávia Saraiva na classificatória da trave.

Foto: Rebeca Andrade é tricampeã mundial do salto em Roterdã com média de 14,466
Foto: Divulgação/Agência Brasil

Rebeca Andrade conquistou neste sábado (24) o terceiro título mundial no salto sobre a mesa. A ginasta de 27 anos venceu a final em Roterdã, na Holanda, com 14,466 pontos, no primeiro Mundial que disputa desde 2023.

Quadro: Rebeca Andrade é tricampeã mundial do salto em Roterdã com média de 14,466
Em números · Bairrista

Ela é a primeira brasileira tricampeã mundial em uma mesma prova e a segunda ginasta da história a ter três títulos no salto. Repete os ouros de 2021, em Kitakyushu (Japão), e de 2023, em Antuérpia (Bélgica). Com a medalha, chega a dez pódios em mundiais, em quatro participações: quatro ouros, quatro pratas e dois bronzes. Nos Jogos Olímpicos, são outras seis medalhas.

Pódio é todo de ginastas que saltaram bem

As americanas Claire Pease, com 14,233, e Skye Blakely, com 14,166, completaram o pódio. Pease, de 17 anos, ganhou a primeira medalha individual em seu primeiro Mundial. Blakely, de 21, já tinha o ouro no individual geral, conquistado na sexta-feira, e a prata por equipes.

Na sequência da final, vieram Lia-Monica Fontaine (Canadá), com 14,083, Ellie Black (Canadá), com 13,966, e Victoria Mata (México), com 13,933.

Rebeca chegou à decisão como favorita, depois de liderar a classificatória do aparelho com 14,533. Foi a sexta ginasta a competir e assumiu a liderança ao completar os dois saltos. Blakely tinha ocupado o primeiro lugar até ali.

A sul-coreana Seojeong Yeo, uma das principais rivais da brasileira, começou bem, mas caiu no segundo salto e comprometeu a média. Pease perdeu pontos ao sair da área no segundo salto e ficou com a prata. A última ginasta a se apresentar não mudou o pódio.

Rebeca fez um Yurchenko com dupla pirueta e um Lopez. Deu pequenos passos nas aterrissagens, mas teve a melhor média.

Volta aos poucos e foco em Los Angeles 2028

Rebeca ficou fora das principais competições internacionais em 2025 e voltou aos poucos ao calendário nesta temporada, depois de uma pausa de recuperação física e mental. O foco é a preparação para Los Angeles 2028.

A americana Simone Biles acompanhou a final no ginásio ao lado da equipe dos Estados Unidos. Ela não compete desde os Jogos de Paris, em 2024, e não disputou este Mundial.

Serviço: Flávia Saraiva disputa a trave neste domingo

Antes do ouro no salto, o melhor resultado do Brasil em Roterdã era o quinto lugar da equipe feminina. No individual geral, Flávia Saraiva ficou em 12º, e Lorrane Oliveira, em 21º.

Flávia disputa a final da trave neste domingo (25), a partir das 10h (horário de Brasília), com transmissão do SporTV2. Ela avançou com a terceira melhor nota da classificatória, 14,400, e faz a última tentativa de medalha do Brasil em Roterdã.

Atualização: a matéria foi complementada com o ineditismo do tricampeonato, a nota de Rebeca na classificatória (14,533), a queda de Seojeong Yeo, o balanço de medalhas em mundiais e Olimpíadas e os resultados do Brasil na competição. O trecho sobre o retorno da ginasta foi ajustado: este é o primeiro Mundial dela desde 2023.

Perguntas frequentes

Quando Flávia Saraiva disputa a final da trave?

Neste domingo (25), a partir das 10h (horário de Brasília), com transmissão do SporTV2.

Quantas medalhas Rebeca Andrade tem em mundiais?

Dez pódios em quatro participações: quatro ouros, quatro pratas e dois bronzes.

Qual foi a média de Rebeca na final do salto?

14,466 pontos, no Mundial de Roterdã, na Holanda.

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