Ministério da Justiça eleva para 12 anos a classificação dos desenhos bíblicos da Record
Portaria aponta quatro descritores de conteúdo, mas não detalha episódios, e a faixa é orientação, não proibição.
Redação Bairrista · Repórter de Cultura · · 1 min de leitura

O Ministério da Justiça e Segurança Pública alterou a classificação indicativa do programa Record Kids: Desenhos Bíblicos, da Record, de livre para não recomendado para menores de 12 anos. A mudança está na Portaria nº 2.272, de 28 de outubro de 2026, publicada no Diário Oficial da União no dia seguinte.
Para as famílias gaúchas, a mudança não proíbe os desenhos nem impede que menores de 12 anos assistam. A classificação tem caráter orientativo, para pais e responsáveis avaliarem a adequação do conteúdo. Na TV aberta, a recomendação é exibir o programa a partir das 20h.
Quatro descritores, sem detalhar cenas
O ministério aponta a presença de atos criminosos, drogas lícitas, violência e estigma ou preconceito. O documento não detalha quais episódios ou cenas motivaram cada descritor. A portaria é assinada por Eduardo de Araújo Nepomuceno, coordenador-geral de Políticas de Classificação Indicativa. A classificação pretendida para o programa era livre.
A publicação consta da Seção 1, edição 205, página 34 do Diário Oficial da União de 29 de outubro. Pelas regras do ministério, a emissora pode pedir a reclassificação, e o programa volta a ser analisado.
Reação e posição da Record
O deputado federal gaúcho Luciano Zucco (PL) criticou a decisão.
Serviço
O Record Kids vai ao ar aos domingos, das 9h às 10h30.
Perguntas frequentes
A classificação de 12 anos proíbe o programa para crianças?
Não. A classificação tem caráter orientativo, para pais e responsáveis avaliarem a adequação do conteúdo, e não impede que menores de 12 anos assistam.
Quando o Record Kids passa na TV?
Aos domingos, das 9h às 10h30. A recomendação para a TV aberta é exibir o programa a partir das 20h.
Quais são os motivos apontados pelo ministério?
Atos criminosos, drogas lícitas, violência e estigma ou preconceito. O documento não detalha quais episódios motivaram cada descritor.
A emissora pode contestar a classificação?
Sim. Pelas regras do ministério, a Record pode pedir a reclassificação, e o programa volta a ser analisado.
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