🔍
Quarta-feira, 14 de outubro de 2026 · Edição para POA17°C 🌧Redação em operação
ClimaMundo

El Niño deve chegar ao pico entre novembro e dezembro e pode ser o mais forte em 150 anos

A MetSul projeta anomalia perto de +4°C no Pacífico, e a NOAA dá 83% de chance de evento histórico no trimestre outubro-dezembro; o efeito no RS não depende só da força.

Redação Bairrista · 13 de outubro de 2026 às 00:13 · 1 min de leitura

El Niño deve chegar ao pico entre novembro e dezembro e pode ser o mais forte em 150 anos
Imagem: Bairrista/IA

O El Niño de 2026-2027 deve atingir a intensidade máxima entre novembro e dezembro, segundo análise da MetSul Meteorologia divulgada na segunda (12). As projeções apontam anomalias próximas de 4°C na região Niño 3.4, a principal área de acompanhamento do fenômeno.

Se o valor se confirmar, será o El Niño mais forte em ao menos 150 anos. Para quem vive no Rio Grande do Sul, a força do fenômeno, sozinha, não diz quanto vai chover. A MetSul afirma que o El Niño de 2026, bem mais forte que o de 2023, trouxe até agora menos chuva ao estado do que naquele ano.

NOAA vê 83% de chance de evento histórico em outubro-dezembro

Na análise da MetSul, o índice de monitoramento já marca anomalia de 3,3°C, acima do recorde de 3°C de 2015. A classificação informal de Super El Niño costuma valer para anomalias a partir de 2°C.

A agência climática dos Estados Unidos (NOAA) mede de outro jeito. Desde 1º de fevereiro, o órgão passou a usar anomalias relativas da temperatura do mar no monitoramento. No boletim de 8 de outubro, a temperatura do mar passou de +4,0°C em trechos do Pacífico leste, e o Niño-3.4 chegou a +2,1°C. A NOAA vê mais de 83% de chance de um El Niño forte a muito forte até janeiro-março de 2027.

Para um evento histórico, a régua da

📱 As principais do dia, do teu jeito

Escolhe os assuntos e a região. Chega no WhatsApp, no e-mail ou nos dois. Sai quando quiser.

Sem spam e de graça, como tem que ser 🧉 · privacidade

Saber mais

Produzida e checada pela redação do Bairrista. Viu um erro? Fala com a redação.

Leia também