🔍
Sábado, 24 de outubro de 2026 · Edição para POADólar R$ 4,97 ▼ 1,93%Euro R$ 5,56 ▼ 2,12%Ibov 205,1 mil ▼ 0,17%Nasdaq 26,0 mil ▼ 0,71%20°C ⛅
Agro
PolíticaBrasil

Eduardo Bolsonaro cita fuzileiros dos EUA e diz que Flávio deve deixar o país se perder

Ex-deputado, que vive nos Estados Unidos, também pôs as urnas em dúvida sem apresentar provas, a dois dias do segundo turno.

Redação Bairrista · Repórter de Política · · 2 min de leitura

Eduardo Bolsonaro em pronunciamento com microfone.
Foto: Divulgação/Jornaldebrasilia

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) disse que o irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL), deve deixar o Brasil se perder a eleição presidencial. Também falou em "mandar os fuzileiros navais" ao país. A declaração foi dada nesta sexta-feira (23), no podcast americano Louder with Crowder, apresentado pelo comentarista Steven Crowder. A fala foi ao vivo, no estúdio.

O segundo turno entre Flávio e o presidente Lula (PT) é neste domingo (25), com votação em todo o país, inclusive nas cidades gaúchas. As últimas pesquisas apontam empate técnico entre os dois. Eduardo vive nos EUA e foi condenado pelo STF, em junho, por coação no curso do processo. Segundo a decisão, ele articulou com autoridades americanas sanções contra ministros do Supremo, para pressionar o julgamento que condenou Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado.

Eduardo riu ao falar em fuzileiros e depois defendeu a saída de Flávio

Um espectador perguntou quais seriam os planos da família caso o candidato do PL fosse derrotado. Eduardo respondeu, entre risos, que a solução seria enviar fuzileiros navais. O apresentador levou a fala a sério e comentou a possibilidade de uma reação de setores da esquerda brasileira.

Na sequência, Eduardo passou a defender a saída de Flávio do país. "Se meu irmão não ganhar, eu sou a favor de que meu irmão saia do país. Com certeza. Com certeza", afirmou.

Ele justificou a posição com uma fala de Lula no debate da Band, em 18 de outubro. Segundo Eduardo, o petista disse que Flávio perderia a imunidade parlamentar se não fosse eleito. Eduardo classificou isso como ameaça de investigação contra o irmão.

Urnas: "não posso provar", mas "podem fraudar"

Na mesma entrevista, Eduardo criticou o sistema de votação. "O problema é que nós não usamos papel, não há contagem pública dos votos e você precisa confiar na máquina", disse.

Ele atribuiu a Josef Stálin a frase de que o decisivo não é em quem se vota, mas quem conta os votos. Afirmou que não pode provar fraude, mas que "eles podem fraudar". O ex-deputado também criticou o STF e o ministro Alexandre de Moraes.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirma que nunca houve comprovação de fraude nas urnas eletrônicas brasileiras. O tribunal sustenta que o sistema é auditável. Eduardo não apresentou evidência de irregularidade no pleito deste ano.

O segundo turno acontece no domingo (25), com votação em todo o país, inclusive nas cidades gaúchas.

📱 As principais do dia, do teu jeito

Escolhe os assuntos e a região. Chega no WhatsApp, no e-mail ou nos dois. Sai quando quiser.

Sem spam e de graça, como tem que ser 🧉 · privacidade

Saber mais

Produzida e checada pela redação do Bairrista. Viu um erro? Fala com a redação.

Leia também