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Agro

Campanha pede sensores de glicose da Prefeitura de Tapejara para 25 a 30 pessoas com diabetes tipo 1

A Câmara aprovou por unanimidade uma indicação ao Executivo, mas o texto apenas sugere a compra e não obriga a Prefeitura a fazê-la.

Redação Bairrista · Repórter de Geral · · 1 min de leitura

Ilustração do Bairrista sobre: Close-up of a small round glucose sensor patch adhered to the upper arm of an adult, with a smartphone resting nearby showing a glucose tren
Imagem: Bairrista

Uma campanha em Tapejara, no Planalto Médio, quer que a Prefeitura passe a fornecer sensores de monitoramento contínuo de glicose a pessoas com diabetes tipo 1. A mobilização é liderada por Cristiane Concolato Turella e Sinara Orlando Angeliero, que estimam de 25 a 30 pacientes no município.

Quadro: Campanha pede sensores de glicose da Prefeitura de Tapejara para 25 a 30 pessoas com diabetes tipo 1
Em números · Bairrista

Se a proposta sair do papel, esses pacientes deixariam de depender de picadas repetidas na ponta do dedo ao longo do dia. O sensor é aplicado no braço, e os dados aparecem em um leitor ou em celular compatível, com as variações da glicose ao longo do dia.

Custo passa de R$ 190 mil por ano

Cada sensor custa cerca de R$ 300 e dura 14 dias, segundo as organizadoras. Com 26 trocas por ano, a conta chega a R$ 7.800 por paciente. Para 25 pessoas, são R$ 195 mil anuais. Para 30, R$ 234 mil. O cálculo não inclui leitores nem sensores descartados antes do prazo.

O número de pacientes é estimativa das próprias organizadoras, não um dado da rede municipal de saúde. A Prefeitura não informou se há previsão no orçamento para a compra.

Indicação sugere, mas não obriga

Segundo as organizadoras, a Câmara de Vereadores aprovou por unanimidade uma indicação que sugere à Prefeitura avaliar a compra e o fornecimento dos sensores. Segundo a Câmara, indicações são sugestões ao Executivo e não têm força de tornar obrigatório o que foi aprovado.

A decisão sobre critérios, custeio e início da entrega cabe à administração municipal. Na região, Ibiaçá é apontada como pioneira no fornecimento gratuito de sensores de glicose.

Perguntas frequentes

Quanto custa por ano o fornecimento de sensores de glicose para 25 pacientes em Tapejara?

Segundo as organizadoras, R$ 195 mil por ano para 25 pessoas, considerando sensores de cerca de R$ 300 trocados a cada 14 dias.

A Câmara de Tapejara obriga a Prefeitura a comprar os sensores?

Não. A indicação aprovada por unanimidade apenas sugere ao Executivo avaliar a compra; a decisão cabe à administração municipal.

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