Alunos do 5º ano de Getúlio Vargas estudam para onde vai o dinheiro dos impostos
Turma da Escola XV de Novembro ligou nota fiscal, praças e coleta de lixo ao uso do dinheiro público e levou o tema à Rádio Sideral.
Redação Bairrista · Repórter de Educação · · 1 min de leitura

Estudantes do 5º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental XV de Novembro, em Getúlio Vargas, no Planalto Médio, aprenderam como parte do valor de cada compra vira dinheiro para serviços públicos. O projeto também tratou da nota fiscal, do acompanhamento dos gastos e do cuidado com a escola e as praças.
A turma relacionou a arrecadação de impostos ao financiamento de educação, saúde, segurança e coleta de lixo, serviços que aparecem na rotina da família e do bairro.
Nota fiscal entrou na conversa
A atividade foi orientada pela professora Fernanda Pauletti. Os alunos estudaram a origem dos recursos usados pelo poder público e a responsabilidade dos cidadãos sobre a aplicação desse dinheiro. Também discutiram direitos e deveres.
O pedido da nota fiscal teve espaço nas discussões. O documento registra a venda e contribui para o controle do recolhimento dos tributos.
Outro ponto foi acompanhar o destino do que é arrecadado. Os estudantes conversaram sobre por que o uso desses recursos deve ser uma preocupação de toda a comunidade.
"Trabalhamos a importância de conhecer nossos direitos e deveres, entender de onde vêm os recursos públicos e refletir sobre como eles são utilizados em nossa comunidade", explicou Fernanda.
Cuidar da praça também é cidadania
Preservar as praças, cuidar da escola e evitar o desperdício de água foram algumas das atitudes apontadas pela turma. Para a professora, esses gestos ajudam a formar o senso de cidadania desde a infância.
"Mesmo sendo crianças, nossos alunos já podem desenvolver atitudes de responsabilidade, participação e cidadania", afirmou.
Os estudantes compartilharam o aprendizado na Rádio Sideral. No ar, citaram a escola onde estudam e a praça onde brincam como exemplos de uso do dinheiro público. A mensagem que a turma levou aos ouvintes foi: "Somos pequenos cidadãos, mas podemos fazer uma grande diferença".
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