São Luís: candidato a delegado é preso em flagrante por usar IA em prova da Polícia Civil
Um fiscal viu o uso do celular e chamou policiais que estavam de prontidão; a polícia usou o artigo 311-A do Código Penal, que trata de fraude em concurso.
Redação Bairrista · Repórter de Concursos · · 1 min de leitura

A Polícia Civil do Maranhão prendeu em flagrante, no domingo (1º), em São Luís, um candidato ao cargo de delegado da própria instituição. Ele foi flagrado usando um celular durante a prova e, segundo a polícia, empregava uma ferramenta de inteligência artificial para tentar resolver as questões.
A ocorrência foi numa faculdade particular da capital maranhense. Um fiscal identificou o uso irregular do aparelho e acionou a equipe policial que estava de prontidão no local. No mesmo dia, a PC-MA fez ações preventivas nos pontos de prova de São Luís, Imperatriz, Caxias, Pinheiro e Colinas.
O artigo 311-A está no Código Penal, que vale em todo o país, inclusive para quem presta concurso no Rio Grande do Sul. A polícia maranhense não divulgou qual ferramenta de IA o candidato usou.
Candidato fica à disposição da Justiça
Depois da abordagem, o candidato foi levado ao Plantão Central das Cajazeiras, onde foram adotados os procedimentos legais. Ele foi autuado com base no artigo 311-A, que prevê punição para fraudes em concursos e outros processos seletivos de interesse público. A identidade dele não foi divulgada.
Depois dos procedimentos policiais, o candidato ficou à disposição do Poder Judiciário. A decisão sobre o caso cabe à Justiça do Maranhão.
Perguntas frequentes
O que aconteceu com o candidato?
Ele foi preso em flagrante no domingo (1º), em São Luís, após um fiscal identificar o uso de celular durante a prova, e autuado pelo artigo 311-A do Código Penal.
A lei vale para concursos no Rio Grande do Sul?
Sim. O artigo 311-A do Código Penal vale em todo o país, inclusive para quem presta concurso no Rio Grande do Sul.
Onde foram feitas as ações preventivas?
A PC-MA fez ações preventivas nos pontos de prova de São Luís, Imperatriz, Caxias, Pinheiro e Colinas.
O que acontece agora com o candidato?
Após os procedimentos policiais, ele ficou à disposição do Poder Judiciário, cabendo à Justiça do Maranhão decidir o caso.
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