Ijuí: Vigilância Ambiental aponta piscinas abandonadas e lixo como focos do Aedes
Com 35 profissionais e cerca de 300 armadilhas instaladas por mês, a equipe prepara mutirões para recolher lixo descartado em vários pontos da cidade.
Redação Bairrista · Repórter de Geral · · 1 min de leitura

A Vigilância Ambiental de Ijuí, no Noroeste gaúcho, identificou piscinas sem tratamento, latas, embalagens plásticas e lixo acumulado nos fundos dos pátios como os principais criadouros do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue. O alerta é do coordenador do setor, Rogério Luiz Santi, que também cita imóveis desocupados e piscinas abandonadas como preocupação das equipes.
Para o morador, o recado vale para o quintal de casa: piscinas precisam ficar tratadas, recipientes que acumulam água devem ser eliminados e os pátios têm de ficar limpos. Santi diz que a prevenção precisa acontecer o ano todo, e não só no verão.
Armadilhas apontam onde agir
O município usa ovitrampas, armadilhas que atraem as fêmeas para depositar ovos e mostram quais áreas exigem mais atenção. São cerca de 300 armadilhas. Com base nos resultados, os agentes direcionam as ações de prevenção às áreas com mais ovos.
Hoje a Vigilância Ambiental tem 35 profissionais, dos quais 28 são agentes que atuam diretamente nas visitas e no trabalho de campo.
Mutirões de limpeza em preparação
A Vigilância organiza mutirões para recolher lixo descartado de forma irregular em diferentes pontos da cidade. A ação deve envolver outras secretarias municipais, com máquinas e caminhões. Santi afirma que as datas dos mutirões serão definidas em um cronograma.
Serviço
Até lá, o morador de Ijuí pode revisar o pátio, esvaziar recipientes com água parada, dar destino correto ao lixo acumulado e manter a piscina tratada.
Perguntas frequentes
O que muda para mim em Ijuí?
Piscinas precisam ficar tratadas, recipientes com água parada devem ser eliminados e os pátios precisam estar limpos.
Quando serão os mutirões de limpeza?
As datas serão definidas em um cronograma ainda não divulgado.
Quantas pessoas trabalham na Vigilância Ambiental?
São 35 profissionais, dos quais 28 são agentes que atuam diretamente nas visitas e no trabalho de campo.
Quantas armadilhas o município usa?
Cerca de 300 ovitrampas, usadas para mostrar onde é preciso mais atenção.
Saber mais: fontes consultadas (2)
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