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Igreja Matriz de Flores da Cunha conclui telhado de 768 m²; obra vai até dezembro de 2027

Telhas têm núcleo antichamas, o formato original foi mantido e agora faltam calhas e a recuperação interna do templo atingido pelo fogo em 25 de maio.

Redação Bairrista · 16 de outubro de 2026 às 21:49 · 2 min de leitura

Ilustração: igreja matriz com telhado novo em Flores da Cunha, na Serra Gaúcha
Imagem: Bairrista/IA

A nova cobertura metálica da Igreja Matriz Nossa Senhora de Lourdes, em Flores da Cunha, na Serra Gaúcha, está pronta. A instalação foi concluída nos últimos dias, e os trabalhos agora se concentram nas calhas e nos condutores de água da chuva. A informação é da Comissão de Reconstrução da Igreja Matriz, divulgada nesta sexta (16).

Quadro: Igreja Matriz de Flores da Cunha conclui telhado de 768 m²; obra vai até dezembro de 2027
Ficha de serviço · Bairrista

Para quem mora na cidade, a mudança é visível no Centro: a matriz volta a ter telhado mais de quatro meses depois do incêndio. Com a cobertura no lugar, o interior fica menos exposto à chuva e a obra avança por dentro. A inauguração está programada para dezembro de 2027.

Telhado mantém o formato original

A cobertura tem cerca de 768 metros quadrados e preserva o formato do telhado antigo.

São telhas de aluzinco, com núcleo de EPS antichamas e sistema termoacústico, que ajuda no isolamento térmico e acústico.

A instalação começou em 12 de setembro.

A montagem exigiu o içamento das peças a cerca de 15 metros de altura.

Segundo a comissão, o tempo ruim das últimas semanas atrasou os serviços, mas o cronograma segue mantido.

Piso e reboco já estão em obras

A recuperação interna está em andamento. As equipes removem os ladrilhos do piso e o reboco danificado pelo incêndio.

Na sequência, entram as tubulações e as infraestruturas elétrica e lógica. Os ladrilhos intactos serão revitalizados, e os danificados, trocados por peças do mesmo modelo.

O que a perícia apurou sobre o fogo

O incêndio começou em 25 de maio. Em 2 de julho, a Polícia Civil e o Instituto-Geral de Perícias concluíram que não era possível detectar com precisão a origem do fogo.

A principal hipótese é de que as chamas começaram no forro, perto do altar, por curto-circuito.

O coordenador regional do IGP, Airton Kraemer, disse que a perícia descartou a hipótese de incêndio criminoso.

Não foi possível apontar se a falha ocorreu na instalação elétrica da igreja ou em rede provisória usada na obra.

A delegada Carla Zanetti afirmou que o caso foi registrado como incêndio culposo, sem intenção, e o inquérito terminou sem indiciamentos.

O relatório foi encaminhado ao Ministério Público.

Serviço: como ajudar na reconstrução

A campanha PIX Solidário segue recebendo doações. A chave é [email protected], em nome da Associação dos Amigos da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes de Flores da Cunha.

Perguntas frequentes

Quando a Igreja Matriz de Flores da Cunha será reinaugurada?

A inauguração está programada para dezembro de 2027, segundo a Comissão de Reconstrução da Ig

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