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Fábricas de roupas de Bangladesh reabrem, mas disputa por salário mínimo continua

Trabalhadores querem 30 mil takas por mês, mais que o dobro do piso de 12.500, e o governo montou um conselho de seis integrantes para analisar o pedido.

Redação Bairrista · Repórter de Economia · · 1 min de leitura

Linha de costura em fábrica de roupas em Dhaka, Bangladesh (foto de arquivo).
Foto: Fahad Faisal / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

As fábricas de roupas de Bangladesh reabriram na segunda-feira (2), um dia depois de fechamentos e paradas na produção. Novos confrontos entre trabalhadores e policiais em Daca e em áreas industriais próximas mantiveram a tensão. Os fabricantes seguem preocupados com novos protestos por salários maiores.

Os trabalhadores reivindicam salário mínimo de 30 mil takas por mês, cerca de US$ 243. O piso atual é de 12.500 takas. A pressão vem da alta do custo de vida e da inflação persistente.

O governo formou no domingo (1º) um conselho de salário mínimo com seis integrantes para revisar o pedido, mas a medida não acalmou os protestos de imediato. O governo não informou prazo para o conselho concluir o trabalho.

Protesto de domingo parou 529 fábricas

A associação de fabricantes e exportadores (BGMEA) informou que as manifestações em várias cidades interromperam as operações de 529 fábricas e atingiram quase 1 milhão de trabalhadores.

Bangladesh é o segundo maior exportador de vestuário do mundo, atrás da China. A crise levantou dúvidas sobre embarques e a confiança dos compradores.

O presidente da BGMEA, Mahmud Hasan Khan, pediu que os trabalhadores permitam ao conselho do governo conduzir a revisão salarial.

Perguntas frequentes

O que os trabalhadores de Bangladesh pedem?

Salário mínimo de 30 mil takas por mês, cerca de US$ 243, mais que o dobro do piso atual de 12.500 takas.

Quando as fábricas voltaram a funcionar?

As fábricas de roupas reabriram na segunda-feira (2), um dia depois de fechamentos e paradas na produção.

Quantas fábricas foram afetadas pelo protesto de domingo?

A associação BGMEA informou que as manifestações interromperam as operações de 529 fábricas e atingiram quase 1 milhão de trabalhadores.

Quando o conselho do governo deve concluir a revisão?

O governo não informou prazo para o conselho de seis integrantes concluir o trabalho.

Saber mais: fontes consultadas (3)

Produzida e checada pela redação do Bairrista. Viu um erro? Fala com a redação.

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