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Deputado estadual Marcelo Aguiar (PL) é detido após disparo em casa noturna de São Paulo

Pistola calibre .380 foi apreendida; a assessoria atribui o episódio a reação a medicamentos, e a Alesp apura o uso de placa oficial em um carro.

Redação Bairrista · Repórter de Política · · 1 min de leitura · feita com IA, checada pela redação

Foto: Deputado estadual Marcelo Aguiar (PL) é detido após disparo em casa noturna de São Paulo
Foto: Divulgação/Agência Brasil

O deputado estadual Marcelo Aguiar (PL-SP) foi detido pela Polícia Militar na madrugada desta segunda (19), depois de disparar uma pistola calibre.380 dentro de uma casa noturna no Itaim Bibi, na capital paulista. Ele foi levado ao 14º Distrito Policial, em Pinheiros, e acabou liberado.

Não houve registro de feridos. O caso foi registrado como disparo de arma de fogo no 14º DP, mas a investigação ficou com o 15º DP. Aguiar não ficou preso porque tem imunidade parlamentar. A Constituição só permite prender parlamentares em flagrante de crime inafiançável.

Versões divergem sobre o que levou ao tiro

Segundo uma testemunha ouvida no boletim de ocorrência, a confusão começou com uma importunação. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirma que o disparo ocorreu de forma acidental, durante um desentendimento. O boletim registra que ele foi algemado por causa do estado de exaltação. No depoimento, ficou em silêncio.

A assessoria do deputado deu outra versão. Disse que ele estava sob efeito de medicamentos fortes, que teriam provocado uma reação adversa. A equipe também negou que ele tenha sido preso e declarou que ele prestou esclarecimentos e foi liberado.

Arma tem porte federal; Alesp apura placas de carro

Aguiar tem porte federal de arma. Um carro com identificação de veículo oficial da Assembleia Legislativa também foi apreendido. A Alesp informou, em nota, que o veículo não pertence à frota da Casa e que abriu apuração interna sobre as placas oficiais.

Aguiar assumiu o mandato em 6 de janeiro de 2025. Ele tentou a reeleição neste ano e ficou como suplente. Os próximos passos cabem à Polícia Civil: a arma deve passar por perícia, e o 15º DP investiga se o disparo foi mesmo acidental.

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