Alerta laranja Perigo: Tempestade · 1388 municípios do RS · até qua 04/11, 20:59 · Inmet · Defesa Civil 199
Terça-feira, 3 de novembro de 2026Porto Alegre 23° parcialmente nubladoJornal do diaReceber no WhatsApp
Buscar
Dólar R$ 5,50 ▲ 1,12%Euro R$ 6,15 ▲ 1,40%Ibov 165,4 mil estávelNasdaq 25,4 mil estávelB3 · fechamento 18:09
Dólar R$ 5,50 ▲1,12%Euro R$ 6,15 ▲1,40%B3 165,4 mil ▼0,00%Nasdaq 25,4 mil ▲0,00%Soja R$ 147,04 ▲0,73%Arroz R$ 109,66 ▲3,25%Boi R$ 396,55 ▼0,00%
BrasilClima

Presidência da COP30 apresenta dois mapas para sair dos fósseis e frear o desmatamento

Os dois documentos, apresentados em Brasília, servem de guia aos países e não passaram pelas negociações formais da conferência.

Redação Bairrista · Repórter de Clima · · 2 min de leitura

Pessoas reunidas em um painel da COP30 em Belém, com telão ao fundo e documentos sobre a mesa
Foto: Divulgação/Gov

A presidência brasileira da COP30 apresentou nesta terça (3), em Brasília, dois Mapas do Caminho. Um é voltado ao fim do desmatamento e outro à transição para longe dos combustíveis fósseis. Segundo o governo, energia e perda florestal respondem por 75% e 11% das emissões globais de gases de efeito estufa, respectivamente. O mapa florestal fala em deter e reverter o desmatamento até 2030.

Para o RS, o efeito é indireto. Os mapas orientam países, não estados, e não trazem regras próprias para o setor energético ou para a lavoura e a pecuária gaúchas. Eles podem, porém, servir de base para políticas brasileiras de energia, indústria e uso da terra, que chegam à geração de eletricidade e ao campo no estado.

O que cada mapa propõe

No mapa dos combustíveis fósseis, o primeiro passo previsto é uma avaliação nacional chamada Preparação de Belém. Os governos devem medir oferta e demanda de energia e levantar a dependência fiscal do setor, os investimentos recentes, as expectativas de retorno e os sinais de preço aos consumidores.

O mapa do desmatamento tem abordagem global, com foco nas florestas tropicais, subtropicais, temperadas e boreais, além de turfeiras e manguezais. A proposta também olha para a degradação, que afeta a capacidade de armazenar carbono, regular as chuvas e sustentar a biodiversidade.

Contribuição para o que já foi acordado

O presidente da COP30, embaixador André Corrêa do Lago, afirmou que os mapas foram elaborados como contribuições para apoiar a implementação do que já foi acordado nas negociações climáticas. Os mapas são propostas da presidência brasileira e não passaram pelas negociações formais da conferência.

A diretora-executiva da COP30, Ana Toni, disse que os mapas indicam que todos os países já podem iniciar o planejamento nacional. A presidência considera que não existe um único modelo de transição para todas as nações, mas caminhos diferentes para o mesmo objetivo.

Os documentos chegam antes da COP31, na Turquia, quando os países voltam a negociar metas e prazos. Os textos completos estão no site da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom).

Perguntas frequentes

O que muda para o Rio Grande do Sul com os mapas da COP30?

Efeito indireto: os mapas orientam países, não estados, e podem servir de base para políticas brasileiras de energia, indústria e uso da terra.

Os mapas já são obrigatórios?

Não. Foram apresentados como propostas da presidência brasileira e não passaram pelas negociações formais da conferência.

Quando os países voltam a negociar essas metas?

Os documentos chegam antes da COP31, na Turquia, quando os países voltam a negociar metas e prazos.

Onde estão os textos completos dos mapas?

No site da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom).

Saber mais: fontes consultadas (3)

Produzida e checada pela redação do Bairrista. Viu um erro? Fala com a redação.

Receba as 5 do dia no WhatsApp

As notícias que importam para ti, todo dia de manhã. De graça, sai quando quiser.

Depois tu escolhe região, time e horário. Sem spam e de graça, como tem que ser. privacidade

Do interior do RS