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CanguçuPolíciaSul (Pelotas/Rio Grande)

Canguçu: cooperativa de reciclagem sofre 11 furtos em dois meses

Criminosos levaram latinhas, cobre, extensões elétricas e a bateria da empilhadeira da Coopersol, que reúne 18 famílias.

Redação Bairrista · Repórter de Polícia · · 1 min de leitura

Arte: Galpão de cooperativa de reciclagem com fardos de papelão e plástico empilhados e uma empilhadeira parada no piso de
Arte: Bairrista

A Cooperativa de Trabalhadores em Coleta Seletiva de Resíduos Sólidos de Canguçu, a Coopersol, foi invadida pelo menos 11 vezes nos últimos dois meses. Em cada ocorrência, criminosos levaram materiais recicláveis e equipamentos usados no trabalho diário. As cooperadas registraram boletins de ocorrência.

Os furtos atingem a renda de quem vive da coleta seletiva no município da Região Sul. Segundo a própria cooperativa, o grupo é formado por 18 famílias, e 14 delas são chefiadas por mulheres. O prejuízo acumulado passa de R$ 2 mil, segundo a presidente da cooperativa, Bianca Machado.

Quadro: Canguçu: cooperativa de reciclagem sofre 11 furtos em dois meses
Entenda em um quadro · Bairrista

O que sumiu do galpão

Entre os itens furtados estão latinhas de alumínio, cobre, extensões elétricas e a bateria da empilhadeira. Sem a bateria, a empilhadeira ficou parada. A Prefeitura de Canguçu ajudou a cooperativa a conseguir outra, emprestada. Para evitar novo furto, as cooperadas retiram e guardam a bateria depois do expediente, o que limita o uso da máquina.

Na terça-feira (3), integrantes da Coopersol divulgaram nas redes sociais imagens que, segundo elas, mostram os furtos no espaço onde ficam armazenados os materiais recolhidos. Na publicação, a cooperativa escreveu: "Estamos tentando trabalhar e vem alguém roubar o pouco que a gente tem".

Polícia Civil investiga os furtos

Os furtos foram registrados em boletins de ocorrência e são investigados pela Polícia Civil.

Serviço

Quem tiver informações sobre os furtos pode procurar a Polícia Civil.

Perguntas frequentes

O que foi furtado da Coopersol?

Latinhas de alumínio, cobre, extensões elétricas e a bateria da empilhadeira.

Quantas vezes a cooperativa foi invadida?

Pelo menos 11 vezes nos últimos dois meses.

Quanto foi o prejuízo?

Passa de R$ 2 mil, segundo a presidente Bianca Machado.

Quem investiga os furtos?

A Polícia Civil, que recebeu os boletins de ocorrência registrados pelas cooperadas.

Saber mais: fontes consultadas (2)

Produzida e checada pela redação do Bairrista. Viu um erro? Fala com a redação.

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