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CachoeirinhaPolíciaPorto Alegre e Metropolitana

Cachoeirinha: audiência do caso Aguiar contra PM é marcada para 25 de novembro

Testemunhas de acusação serão ouvidas na 1ª Vara Criminal; os corpos de Silvana, Isail e Dalmira seguem sem localização.

Redação Bairrista · Repórter de Polícia · · 2 min de leitura

Fachada de prédio da Justiça com colunas e escadaria, em dia de céu nublado, com pessoas caminhando na calçada
Foto: Divulgação/www.mprs.mp.br

A 1ª Vara Criminal da Comarca de Cachoeirinha, na Região Metropolitana, realiza em 25 de novembro, uma quarta-feira, a primeira audiência do processo sobre o desaparecimento e a morte de três integrantes da família Aguiar. A sessão começa às 9h e é presidida pelo juiz Marcio Luciano Rossi Barbieri Homem. A audiência é dedicada à oitiva das testemunhas de acusação.

A Justiça começa a ouvir quem pode esclarecer o caso. Silvana de Aguiar, 48 anos, e os pais dela, Isail Vieira de Aguiar, 69, e Dalmira Germann de Aguiar, 70, desapareceram nos dias 24 e 25 de janeiro. Até hoje os corpos não foram achados. Segundo o abc+, familiares relatam que não conseguiram se despedir das vítimas.

O que o Ministério Público atribui ao policial

O Ministério Público do RS (MPRS) denunciou três pessoas em 4 de maio. O policial militar responde por dois feminicídios (Silvana e Dalmira) e um homicídio qualificado (Isail). Também é acusado de três crimes de ocultação de cadáver, fraude processual, associação criminosa, falsidade ideológica, furto e abandono de incapaz.

A atual companheira do PM foi denunciada por participação nos dois feminicídios e no homicídio qualificado, além de ocultação de cadáver, fraude processual, associação criminosa, furto e falso testemunho. O MPRS afirma que houve planejamento dos crimes, criação de álibis e manipulação de provas.

O promotor também pediu a fixação de um valor mínimo para reparação dos danos. Em relação ao policial, pediu a perda do cargo público e a incapacidade para o exercício do poder familiar.

Situação dos réus

O PM segue preso no Presídio Policial Militar, em Porto Alegre. A mulher e o irmão dele acompanham o processo em liberdade. O Tribunal de Justiça do RS não confirma se os réus estarão presentes na audiência. A defesa do policial informou ao abc+ que não se manifestaria à imprensa.

Serviço

A primeira audiência do caso Aguiar ocorre em 25 de novembro, às 9h, na 1ª Vara Criminal da Comarca de Cachoeirinha. Serão ouvidas as testemunhas de acusação. O interrogatório dos réus não tem data.

Perguntas frequentes

Quando será a audiência do caso Aguiar?

Em 25 de novembro, uma quarta-feira, às 9h, na 1ª Vara Criminal da Comarca de Cachoeirinha.

Quem será ouvido na audiência?

As testemunhas de acusação. O interrogatório dos réus não tem data.

Quais crimes o policial militar responde?

Dois feminicídios (Silvana e Dalmira), um homicídio qualificado (Isail), ocultação de cadáver, fraude processual, associação criminosa, falsidade ideológica, furto e abandono de incapaz.

Os corpos das vítimas já foram encontrados?

Não. Os corpos de Silvana, Isail e Dalmira seguem sem localização.

Saber mais: fontes consultadas (2)

Produzida e checada pela redação do Bairrista. Viu um erro? Fala com a redação.

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